quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Comunicado Oficial Fórmula Truck



Comunicado da Fórmula Truck

Primeira prova da 22ª temporada será no dia 19 de março no Autódromo Velopark, no Rio Grande do Sul.
Santos (SP) – Devido aos fatos dos últimos dias, a Fórmula Truck se posiciona a respeito do assunto relativo à realização desta que será a 22ª temporada da mais popular categoria do automobilismo da América do Sul. O calendário deste ano já foi divulgado na semana passada e agora a Fórmula Truck esclarece a respeito de um comunicado distribuído ontem (30 de janeiro) pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), entidade que rege o esporte a motor em todo o Brasil.

A marca Fórmula Truck é registrada há mais de 20 anos e a detentora é a empresa Racing Truck, de propriedade de Neusa Navarro, presidente da Fórmula Truck, e seus filhos. A comprovação da propriedade pode ser encontrada no link: https://gru.inpi.gov.br/pe…/servlet/MarcasServletController…. De acordo com normas legais, nenhuma empresa, pessoa física ou qualquer outra entidade pode fazer uso da marca ``FÓRMULA TRUCK``sem a expressa autorização da Racing Truck.

Quanto ao pedido (citado no release) de registro da marca ``Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck CBA Confederação Brasileira de Automobilismo``, nada mais é do que um pedido que aguarda julgamento do mérito, pois no meio da citada marca solicitada consta uma marca ativa e da mesma classe. Isso mostra que a CBA jamais poderia fazer uso de uma marca que não lhe pertence legalmente. A entidade pode realizar um campeonato de caminhões, mas desde que com um nome (marca) que não pertença a outra empresa com marca registrada na mesma classe.

A Fórmula Truck também esclarece aos seus patrocinadores, aos fãs da categoria e à imprensa em geral, que não tem qualquer tipo de dívida com a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). Todas as taxas previstas no contrato, encerrado em 31 de dezembro de 2016, foram religiosamente pagas.

O calendário da Fórmula Truck foi finalizado na semana passada e distribuído a pilotos, equipes e à imprensa em geral. A venda dos ingressos para a etapa de abertura, dia 19 de março, no Autódromo Velopark, no Rio Grande do Sul, será aberta nos próximos dias, como tem acontecido nos últimos anos, através do site da categoria: www.lojaformulatruck.com.br

O assunto sobre a filiação da Fórmula Truck ainda está sendo decidido, pois como o calendário vai atingir três países (Brasil, Uruguai e Argentina), o campeonato deixou de ser somente brasileiro e passou a ser sul-americano.

Desde ontem, logo após o comunicado da CBA, o assunto sobre o futuro da Fórmula Truck tem sido amplamente discutido nos meios de comunicação e nas redes sociais. Nessas conversas muitas inverdades foram ditas e escritas por pilotos, jornalistas, blogueiros etc. Para evitar problemas e esclarecer a todos, a Fórmula Truck comunica que não existe uma divisão da categoria. A Fórmula Truck era e continua a ser única. Mais de cem pilotos e várias equipes passaram pela categoria nestas mais de duas décadas. Uns entram, outros saem, mas a Fórmula Truck continua firme e nunca teve outra essência além daquela inicial, dada pelo fundador Aurélio Batista Félix. Essa linha mestra se manteve nestes nove anos sob o comando de Neusa Navarro e seus filhos. Aurélio e Neusa viveram juntos durante 30 anos, com Neusa cuidando da parte administrativa desde a metade da década de 1990.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

CBA - Licitação em 3 dias para um produto que não te pertence?

É desconcertante. Os descaminhos que nosso automobilismo vem sofrendo há anos parece, como já esperado, ter sua perpetuação confirmada após a divulgação da carta de licitação da CBA, oferecendo o Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck a quem se interessar em organizá-lo já, de imediato, bate-pronto.

Alheios a todos os comentários e discussões geradas pelo tal comunicado, estão a própria CBA, que não explica como pode oferecer um produto que não lhe pertence, e Neusa Navarro, dona da categoria. O que esse silêncio bilateral vai causar? Mais e mais polêmica, nenhuma solução e total antipatia de todos os envolvidos. 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Fórmula Truck: cadê as palavras?

Novamente pipocando estórias e histórias sobre o momento da Fórmula Truck. Novamente, estórias e histórias desprovidas de fatos. Novamente, especulações. Então tá...

... Dona Neusa Navarro, já passou da hora de a Senhora vir a público e esclarecer, de uma vez, toda essa situação. Já passou o limite e tempo de espera para respostas concretas. Infelizmente, tudo o que fizeram nos bastidores para tomarem na mão grande o controle de sua Categoria - criação de seu saudoso marido Aurélio Batista Felix -, estão vindo a tona de maneira distorcida. Ser vítima não resolve, então haja como o Aurélio faria e exponha os fatos.

Estranhamente, não vemos os nomes dos principais envolvidos na tentativa de tomada de controle da Fórmula truck se pronunciarem... no máximo, se utilizam de laranjas para postarem mensagens toscas... se o caldo entornar de vez, dona Neusa, a culpa será da Senhora que não se explica e deixa o golpe se avolumar. 

domingo, 29 de janeiro de 2017

CBA – Ainda sem rumo



O candidato eleito à Presidência da CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo - Waldner Bernardo ainda não apresentou seu Plano de Gestão.

Até o presente momento, nenhuma das Federações votantes tem a mínima idéia de como será conduzido o automobilismo brasileiro.

Qual será o motivo de tamanha demora, o candidato eleito não tinha nenhum projeto e o está criando agora, está de férias ou simplesmente tudo continuará exatamente como vem sendo conduzido há oito longos e penosos anos e não precisa de planos e projetos nenhum?

Escolas de Kart – Cadê o dinheiro?



A FIA - Federation Internationale de l'Automobile – destinou, pouco antes das eleições da CBA, uma vultuosa verba para que a entidade, que deveria encaminhar os recursos para a criação de 3 Escolas de Kart no Brasil.

O objetivo da FIA com esta ação, claro, é que o país reinicie o trabalho de formação de base dos pilotos. Federações e Kartódromos existem aos montes espalhados pelo país; no entanto, os agraciados com essa ajuda foram a Federação FAUESC – Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina e a FMA – Federação Mineira de Automobilismo.

Está faltando uma Federação nesta divisão de incentivo.

Que, pela mais pura lógica, deveria estar em mãos da FASP – Federação de Automobilismo de São Paulo mas não está. Cadê todos esse dinheiro? Cadê as Escolas das Federações que já o receberam?  

Fórmula Truck – A vitória da perseverança!



Demorou mas saiu. Após uma longa batalha extra-pista, com direito a todas as manobras sórdidas que sempre envolvem as disputas pelo poder, Dona Neusa Navarro garantiu a posse de sua categoria

Uma verdadeira enxurrada de comentários e notícias desencontradas parecem ter por único objetivo desestruturar a Categoria, que como todas as outras passa por suas dificuldades. A única pessoa que pode reverter este quadro é a própria Neusa Navarro vir a público e expor pormenorizadamente todos os fatos que envolveram e ainda envolvem o destino da Fórmula Truck.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Lamborghini Veneno Roadster: Brinquedo para poucos.



Você acorda e pensa: onde vou torrar alguns milhões de Euros hoje? O Gulfstream G550 está no hangar, o Agusta AW139 no heliporto, o Azzam 180 na nova marina... mas que droga, acabaram as opções? Não tem mais nada ridiculamente caro e absolutamente dispensável para eu gastar hoje um container cheinho de notas de €500,00 e deixar meus amigos babando?
Calma... existem empresas que pensam em você. Ou, pensam em como te deixar deprimido se recusando a te vender alguma coisa. A ítalo-germânica Automobili Lamborghini S.p.A. é uma dessas empresas. Vez por outra, assim como outras poucas que podem se dar esse luxo, cria algum modelo ultra-mega exclusivo, deixa o mundo do “quaquilionários” em polvorosa, e nem se Mohammed bin Rashid Al Maktoum oferecer Dubai e os Emirados Árabes Unidos como pagamento conseguirá um exemplar, se a Lamborghini empacar. Como foi o caso do modelo Veneno, o super esportivo exclusivo, com 740 Cv, baseado no Aventador, lançado este ano para celebrar o 50º aniversário da marca, cuja produção será de apenas 4 unidades, sendo uma, o Carro Zero, destinado ao museu da Lamborghini e os outros três carros – um verde, um vermelho e outro branco, cada um representando as cores da bandeira de Itália – de produção custando a bagatela de 3,12 milhões de euros e já foram vendidos.


Agora, a montadora apresenta mais uma novidade, seguindo aquela tendência europeia de criar uma versão sem teto de seus modelos ultra-super. Mas não se empolgue demais, a menos que sua conta bancária permita que você saque míseros €3.300.000 e deposite em favor da Automobili Lamborghini S.p.A., pague todos os impostos na Itália, todas as taxas, frete, seguro, IPVA etc daqui, se puder, e então conseguirá – mas corra – ser um dos 9 felizes proprietários do Lamborghini Veneno Roadster, que serão entregues no decorrer de 2014.

O super esportivo  é praticamente um protótipo de corrida aberto, totalmente sem teto, com desempenho avassalador e um design extremo – para dizer o mínimo. Tem gente que vai torcer o nariz, mas o design do Roadster é daqueles que as pessoas adoram apenas por carregar a marca de uma montadora de super carros; se analisado independente desse fator, é um desenho que lembra uma mistura de Batmóvel com algum carro do Jaspion e o DeLorean do filme De Volta Para o Futuro. Não ficaria surpreso se Stan Lee assinasse o projeto.  A Lamborghini sempre foi conhecida por ousar e radicalizar, mas dessa vez carregou nas tintas. Sob alguns ângulos, é tão feio que chega a ser bonito; sob outros, é tão feio que chega a ser... feio. Segundo a montadora, suas linhas foram criadas buscando a maior eficiência aerodinâmica possível. E o resultado foi esse...


Com uma potência máxima de 750 Cv extraída do motor V12 de 6,5 litros, acoplado a transmissão ISR e tração integral nas quatro rodas, o Veneno Roadster acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,9 segundos, e sua velocidade máxima é de 355 km/h. Não é nada desprezível a velocidade máxima, apesar de ter alguns modelos europeus que superam os 400 km/h. No caso do Veneno Roadster, a montadora buscou sua experiência em protótipos de corridas e cada detalhe de sua forma segue uma função clara – aerodinâmica, downforce com arrasto mínimo e otimizar a refrigeração do motor de alto desempenho. E a Casa de Sant'Agata Bolognese incluiu as proporções extremas, a dianteira estrondosamente em forma de seta e as linhas afiadas e rebuscadas da superfície e traseira. A dianteira funciona como uma grande asa aerodinâmica, a divisão dos para-lamas traseiros do monobloco otimiza o fluxo de ar, as transições de arcos em um difusor enorme enquadram os quatro tubos de escape são ​​divididas por um separador, as grandes aberturas servem para ventilar o motor e dirigem o fluxo de ar direto para a asa traseira, auto-ajustável. Até o desenho das rodas foi determinado pela aerodinâmico, com um anel de fibra de carbono em torno da roda, funcionando como uma turbina, para reforçar a ventilação dos freios de carbono-cerâmica. O monobloco é feito de polímero reforçado de fibra de carbono chamado CFRP. O peso total do Lamborghini Veveno Roadster é de apenas 1.490 kg, o que garante a relação peso-potência em 1,99 kg para cada Cv de potência do motor.


Tudo muito bom, muito perfeitinho... mas a Lamborghini parece que não quis tirar tudo o que um motor com essa litragem oferece. O Shelby Tuatara, por exemplo, tem motor V8, 7,0 litros com 1.350 Cv e atinge 430 km/h; o Koenigsegg Agera R extrai 1.115 Cv de um motor V8, 5,0 litros e chega aos 420 km/h, e o Porsche 911 GT2 Turbo 9FF com motor boxer 6 cilindros 4,0 litros tem 1.200 Cv e atinge 414 km/h de velocidade máxima... e são muito bonitos, e estão a disposição de quem quiser comprar. Diferentemente do que acontece com o Lamborghini Veneno Roadster.

Renato Pereira – blogtruecar@gmail.com
Oferecimento: Bana Motors – www.banamotors.com.br

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

SsangYong Kyron GL200 KY: SUV Top!



A missão da montadora SsangYong Motor Company (pronuncia-se Xuanhiong, que significa Dragões Gêmeos) não é das mais fáceis. A primeira é convencer o mundo de que o sistema asiático, onde de tempos em tempos as empresas do setor mudam de controle, é funcional e ninguém vai se deparar, repentinamente, com a extinção de uma marca e, consequentemente, as dificuldades em manter rodando os veículos produzidos. A montadora é a quarta maior da Coréia do Sul – não, a SsangYong não é chinesa –, fundada em 1954 em Pyungtaek, sob o nome Hadongwahn Motor Company, sendo a primeira a produzir automóveis no país. Especializou-se na criação e produção de veículos utilitários, e é a líder no segmento dos 4x4, com 39% do mercado sul-coreano no segmento.


Porém, desde 2010 a montadora pertence a um conglomerado indiano. Não antes de seguir a cartilha de mudar de mãos diversas vezes. Em 1997 a Daewoo Motors adquiriu o controle da companhia, mas problemas financeiros levaram a própria Daewoo a mudar de dono em 2000, e em 2004 a chinesa SAIC (Shanghai Automotive Industry Corporation) comprou 51% do controle da SsangYong, até que a Mahindra e Mahindra adquiriu o controle majoritário da montadora com 70% das ações em 2010, e suas aspirações são gigantes, uma vez que objetiva ser a maior montadora global no segmento das SUV. O que é a segunda tarefa difícil, confirmar que os veículos oriundos desta parte do Globo Terrestre são, efetivamente, de alto padrão, algo difícil apesar de saber-se que as grandes montadoras de todo o mundo, hoje, usam locações e mão-de-obra em quase todo o território asiático e indiano. Para tanto, a montadora se empenha em criar veículos com a melhor relação entre desempenho, custo, operacionalidade e funcionalidade possível, investindo constantemente em capacitação tecnológica em todos os níveis da empresa, procurando acompanhar as tendências exigidas pelo mercado consumidor mundial, e comercializa seus produtos atualmente na Europa, América Central, América do Sul, África e Ásia. A receita está dando certo, e a cada dia a montadora firma-se mais e solidamente no mercado mundial.


Entre seus modelos, um dos que se destacam é o Kyron GL200 KY, utilitário esportivo de porte médio lançado em 2005. O nome vem do eslavo Generoso. Possui motor com tecnologia Mercedes Benz M200 XDi, 2.0 Litros Turbo-Diesel, Intercooler, 4 cilindros, 16 válvulas, Common Rail (a tecnologia que faz os motores diesel atuais oferecerem muita potência com baixo ruído e mínima emissão de fumaça), 141 cavalos de potência, cambio automático de 5 marchas Mercedes Benz T-Tronic W722-6 (com possibilidade de troca de marchas através de botões no volante), tração 4x4, 4x4 reduzida e 4x2 e sistema de freios a disco com ABS (sistema eletrônico de antitravamento das rodas) de 4 canais, ABD (frenagem automática do diferencial), BAS (sistema auxiliar de frenagem), nas quatro rodas, ESP (controle eletrônico de estabilidade),  HDC (controle de descida em rampa) e ARP (proteção ativa anti-capotamento) entre outros itens na lista de eletrônica embarcada. Certo, os outros SUV mais conhecidos tem quase tudo isso, só que custam muito mais caro oferecendo o mesmo. Alarme, ar-condicionado duplo independente bancos em couro com aquecimento, CD e MP3 Player, direção hidráulica, rodas de liga leve, travas elétricas, acionamento elétrico dos vidros e retrovisores (com aquecimento e inclinação automática para manobras), volante com regulagem de altura, enfim, toda a gama de acessórios e conforto oferecidos pelos demais veículos de seu segmento são oferecidos no Kyron GL200 KY ano 2010 modelo 2011 avaliado aqui.


O carro, com seus 4.660 mm de comprimento, 1.880 mm de largura e 1.755 mm de altura mostrou-se bastante confortável, fácil de guiar tanto no trânsito pesado, boa manobrabilidade, seus controles estão bem posicionados, o painel é de rápida e fácil leitura, e mesmo em aventuras um pouco mais hardcore em trilhas off-road, o Kyron GL200 KY não decepciona, uma vez que seu ângulo de ataque é de 26 ° e de saída é de 23 °. Evidentemente, por tratar-se um SUV, conceitos como arrancadas alucinantes e “tocada” de um carro de corridas estão fora de cogitação, afinal o carro pesa 2.530 kg e não foi projetado para isso. Para avaliar pessoalmente o Kyron GL200 KY desta matéria, procure a Bana Motors, sediada na Rua Major Heitor Guimarães, n° 637, bairro Seminário, Curitiba, Paraná, e atende pelo fone 41 3314-9970. Com toda a qualidade do carro avaliado e o valor proposto, dificilmente você voltará sem ele para casa!



Renato Pereira – blogtruecar@gmail.com